quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Lhes mostrarei a minha salvação!

Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei. Fartá-lo-ei com lonjura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação. Salmos 91:15-16

Estudar teologia em alguns momentos pode ser extremamente cansativo, por ter que passar muito tempo lendo e estudando. Algumas vezes quando tudo está indo de mal a pior, a única alternativa é parar com tudo, fechar os livros e arranjar alguma válvula de escape onde seja possível esquecer tudo que está ao redor.

Às vezes em nossas vidas não é muito diferente, as dificuldades e tristezas são tão grandes que muitas vezes queremos simplesmente sumir, literalmente ser invisíveis para que ninguém mais nos veja, às vezes passamos por momentos tão difíceis que parece que não temos mais chão.
Estudando um pouco das línguas originais em que a Bíblia foi escrita pude perceber que na mente e linguagem semítica não existe passado, presente ou futuro, a única coisa que eles se importam é se a ação já foi ou não concluída. É um pouco difícil de entender esse pensamento. O mais interessante é que as profecias não são escritas, como algo que estão para acontecer, senão que acontecimentos já efetuados.
Desde a primeira promessa messiânica em Gênesis até Apocalipse 21, Deus está querendo revelar que seu maior desejo é voltar a essa terra para levar seus filhos para lugar onde não será necessário chorar, pois não existirá mais dor, e a saudade não encontrará mais o caminho de nossos corações.

Fico imaginando como os semitas entendiam os salmos 91: 15-16 e penso que eles imaginavam que Deus estava no céu, no meio de uma roda com todos os salvos lhe ouvindo, dizendo: “Ele me invocou, e eu lhe respondi; estive com ele na angústia; dela o retirei; e o glorifiquei. Agora vocês têm lonjuras de dias, e eu lhes mostrei a minha salvação”.

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